Uma nova pesquisa realizada pela Quaest/Inter TV revela importantes nuances na disputa eleitoral pelo Governo do Rio Grande do Norte. As intenções de voto para o primeiro turno mostram Allyson Bezerra na liderança, com 39% dos votos, seguido por Cadu Xavier, que contabiliza 21%, e Álvaro Dias, com 18%. Os números refletem um crescimento significativo de Allyson, que subiu 14 pontos desde agosto, enquanto Cadu manteve-se estável e Álvaro apresentou uma leve queda, de 19% para 18%.
As simulações para um eventual segundo turno mostram um cenário ainda mais interessante. Ao enfrentar Allyson, Cadu teria 30% das intenções de voto, enquanto o candidato do União Brasil alcançaria 50%, resultando em uma diferença de 20 pontos. Por outro lado, na disputa direta entre Cadu e Álvaro, a pesquisa revela um empate técnico: Cadu aparece com 39% e Álvaro com 37%, considerando a margem de erro de três pontos percentuais.
Esses dados são fundamentais para entender por que Allyson Bezerra se tornou o principal alvo das campanhas adversárias na reta final. A pesquisa revela que, enquanto a vantagem de Allyson sobre Cadu é de 20 pontos, a disputa entre Cadu e Álvaro é muito mais equilibrada, apresentando um cenário em que ambos estão praticamente lado a lado.
Os resultados da pesquisa indicam que, se Cadu Xavier enfrentar Álvaro Dias em um segundo turno, a disputa seria estatisticamente empatada. Em contrapartida, um confronto com Allyson se mostra muito mais desafiador Para Cadu, que teria que superar uma diferença significativa.
Além disso, a pesquisa também evidencia que tanto o PT quanto o PL enfrentam desafios semelhantes no primeiro turno. Cadu Xavier, que está em um polo político oposto ao de Álvaro, também apresenta números que mostram um desempenho inferior em comparação com Allyson. Enquanto Cadu tem 37% contra 39% de seu concorrente, ele cai para 27% quando o adversário é Allyson, que alcança 49%.
Diante desse panorama, fica claro que existe um incentivo para que Cadu e Álvaro busquem reduzir a vantagem de Allyson, que se destaca nas intenções de voto. Embora não haja evidências de um acordo formal entre os candidatos, a lógica eleitoral das últimas semanas pode levar a uma alteração nas estratégias de campanha, refletindo na propaganda e nas redes sociais.



