O Flamengo escreveu mais um capítulo glorioso em sua história, conquistando o tetracampeonato da Libertadores. A vitória, selada pela cabeçada de Danilo, é muito mais do que um lance isolado; é o resultado de um conjunto de fatores que se entrelaçaram para levar o rubro-negro ao topo da América.
Filipe Luís, em pouco mais de um ano como treinador, já coleciona títulos expressivos. Sua capacidade de aprendizado e aplicação tática o credenciam como um dos grandes nomes da nova geração de técnicos. A ousadia nas escolhas para a final, com Danilo e Lino surpreendendo, demonstrou sua visão estratégica.
Danilo, o torcedor que virou herói, personifica a paixão da torcida. A lesão de Léo Ortiz abriu-lhe a porta para a titularidade, e ele não decepcionou. Apesar de não ter tido uma atuação impecável em Lima, seu gol decisivo o eternizou na história do clube, ao lado de Zico e Gabigol.
Rossi, o goleiro que se mostrou fundamental ao longo da competição, garantiu a segurança necessária para a equipe chegar à final. Varela, muitas vezes subestimado, brilhou na decisão contra o Palmeiras, consolidando sua importância no esquema tático. Cebolinha, outro alvo de críticas, cresceu no momento decisivo e contribuiu para a conquista.
Arrascaeta, o maestro do meio-campo, mesmo não estando em sua melhor forma na final, foi crucial ao dar a assistência para o gol do título. “Difícil imaginar um cenário em que o Flamengo fosse campeão sem a participação decisiva do melhor jogador do futebol brasileiro na temporada”, como já havia sido previsto.
Com a Libertadores no currículo, o Flamengo volta suas atenções para o Brasileirão. A conquista do Enea está próxima, e a equipe precisa manter a seriedade e o trabalho para repetir o feito de 2019, unindo os dois títulos mais importantes do continente e do país. O Maracanã estará lotado, a festa será linda, mas o foco é um só: a vitória.
Fonte: http://esporte.ig.com.br

