Jason Miller, conselheiro do ex-presidente americano Donald Trump, elevou o tom contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em publicação nas redes sociais, Miller afirmou que não cessará sua campanha até que Moraes seja preso, classificando as ações do ministro como “repugnantes”. A declaração foi uma resposta a um post do deputado federal Eduardo Bolsonaro sobre o caso de Filipe Martins, ex-assessor presidencial.
Miller expressou sua indignação com as ações de Moraes em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro e Filipe Martins. “O que ele está fazendo com o presidente @JairBolsonaro é repugnante, e o que ele fez com @filgmartin é repreensível”, escreveu Miller na rede social X. A declaração demonstra uma escalada nas críticas de figuras ligadas a Trump ao judiciário brasileiro.
A polêmica ganhou força após a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) informar que Filipe Martins não registrou entrada no país em 30 de dezembro de 2022. Essa informação crucial contradiz a alegação usada pelo ministro Alexandre de Moraes para manter Martins preso por seis meses sob acusação de envolvimento em uma suposta trama golpista.
A agência americana questionou a validade das informações utilizadas pelo STF no caso. Segundo a CBP, Moraes “citou um registro errôneo para justificar a prisão de meses de Martins”. A Alfândega também informou que está investigando a inclusão do registro impreciso em seus sistemas para evitar futuras discrepâncias.
Fonte: http://vistapatria.com.br


