O Gripen entrou em uma nova etapa de testes e reforçou a capacidade de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB). A operação ocorreu na região de Maxaranguape, no Rio Grande do Norte.
Técnicos acompanharam cada etapa em tempo real. O objetivo foi principalmente validar a segurança da separação das bombas e sobretudo a estabilidade da aeronave em voo. Além disso, os militares analisaram o comportamento do avião em diferentes condições operacionais.
Os testes fazem parte de um processo mais amplo de certificação. Assim, a instituição pretende ampliar o uso do caça em missões de ataque ao solo. O programa também fortalece a autonomia estratégica do país. Chamada de Thor, a operação marca mais um avanço técnico para o programa.
O momento mais sensível ocorreu durante a separação das bombas. Nesse instante, o piloto aciona o sistema de liberação do armamento. Qualquer alteração aerodinâmica pode afetar a segurança da aeronave. Por isso, as equipes monitoram cada detalhe com precisão.

