Recentemente, a CBF anunciou a entrada de novos patrocinadores, incluindo grandes nomes do mercado como Sadia, que firmou um contrato de R$ 400 milhões até 2031, além de Uber, Volkswagen e iFood. Esses acordos ampliam o portfólio da entidade em um ano de Copa do Mundo, mesmo diante de questionamentos nas redes sociais sobre a reputação das gestões esportivas.
As empresas parecem priorizar o retorno sobre o investimento, mesmo com escândalos e polêmicas. Enquanto a Seleção Brasileira continuar a oferecer sucesso e emoção, a marca permanece valiosa. As gestões problemáticas são vistas como

