Câmeras da Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte registraram o suicídio de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário. As gravações, que não apresentam pontos cegos, mostram toda a sequência do ocorrido, desde o momento do suicídio até o socorro prestado por policiais federais.
Após o episódio, a PF instaurou uma sindicância para apurar as circunstâncias do caso. Mourão havia sido preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, que também resultou na detenção de Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel. O ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, descreveu Mourão como parte de um grupo liderado por Vorcaro, conhecido como “A Turma”.
A investigação aponta que Mourão recebia cerca de R$ 1 milhão por mês do banqueiro. Ele morreu na noite de quarta-feira, 4, e médicos constataram morte encefálica após o socorro. Policiais tentaram reanimá-lo e o encaminharam para um hospital, conforme informado pela corporação.
A PF comunicou o caso ao gabinete de Mendonça e se comprometeu a disponibilizar os registros das câmeras de segurança para esclarecer a dinâmica do ocorrido.

