O clássico Atletiba chega ao seu número 400. Athletico e Coritiba duelam neste domingo, às 16h, na Arena da Baixada, pela oitava rodada do Brasileirão 2026. A maior rivalidade local, que completou 100 anos em 2024, sempre foi marcada por confrontos históricos, marcantes e representativos na trajetória.
Foram três partidas disputadas no Couto Pereira e três empates sem gols. O Furacão, que dominou o campeonato todo, não conseguiu superar a defesa alviverde em nenhuma das três partidas, marcadas pelo clima tenso e inúmeras confusões em campo. A decisão, nos pênaltis, teve como protagonista o goleiro alviverde Manga, que defendeu duas cobranças e ajudou o time a levantar o caneco. Nos três jogos, os públicos registrados foram de 46.217, depois 47.307 e por fim 55.164 – tudo em um breve intervalo de sete dias. Decisão que ficou marcada por uma série de lendas.
Em um dia 16 de abril, há três décadas atrás, o Coritiba impunha uma das maiores humilhações ao Athletico: 5 a 1, no Couto Pereira. A goleada marcou um processo de reformulação no Furacão, detonado pelo grupo liderado por Mario Celso Petraglia. Brandão marcou três gols.
Este jogo foi o início da rivalidade. A loja de calçados Fox propôs disputa de amistoso em 1925. Deu 1 a 1. O Athletico, recém fundado, ganhava de todos, menos dos “alemães”. Vários empates aconteceram. Em mais um amistoso pela Taça Fox, um mês antes, 4 a 4. Ânimos se acenderam. Na terceira, o gol do meia Ernesto deixou a taça em poder do coxa até hoje.

