Sardar Azmoun, uma das principais estrelas da seleção do Irã, foi cortado da equipe após tirar uma foto com o governante de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum. O registro, que viralizou nas redes sociais, provocou reações adversas das autoridades iranianas e pode comprometer a presença do atacante na Copa do Mundo FIFA de 2026.
O episódio foi considerado um ato de deslealdade em um contexto de tensão política e militar na região. O Irã enfrenta conflitos recentes, incluindo ataques dos Estados Unidos e de Israel, que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei. A exclusão de Azmoun foi confirmada, de forma extraoficial, por uma fonte próxima à seleção.
Mesmo após apagar a foto, Azmoun sofreu críticas públicas, incluindo comentários na televisão estatal que consideraram sua atitude inadequada. A ausência do jogador, que soma 57 gols em 91 partidas pela seleção desde 2014, pode enfraquecer o time para o Mundial, já que ele possui experiência em Copas passadas.
Atualmente jogando pelo Shabab Al-Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, Azmoun teve passagens por clubes importantes como Zenit, Bayer Leverkusen e Roma. A situação se complica ainda mais, com relatos de que autoridades iranianas podem impor medidas adicionais contra atletas envolvidos, incluindo investigações e sanções patrimoniais, enquanto a seleção se prepara para amistosos na Turquia antes da Copa do Mundo, que inicia em junho de 2026.

