Uma investigação da Polícia Federal revelou que empresários ligados ao Grupo Fictor e integrantes do grupo criminoso Comando Vermelho utilizavam a mesma rede para movimentar e ocultar grandes quantias de dinheiro. Essa estrutura está no centro da Operação Fallax, deflagrada em três Estados simultaneamente.
As investigações sugerem que recursos provenientes de células do Comando Vermelho entravam no sistema, que se valia de empresas de fachada e transações simuladas para dar aparência legal ao dinheiro. O grupo estruturou uma rede de empresas fictícias para captar crédito de forma fraudulenta junto a instituições financeiras.
O modelo envolvia desde a criação de companhias com capital social falso até geração artificial de faturamento, pagamentos cruzados de boletos para simular negócios legítimos e uso de históricos bancários fictícios. Funcionários de bancos teriam sido aliciados para inserir dados falsos e facilitar as operações.
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