O programa Paraná Mais Verde, referência em restauração ambiental, está passando por uma ampliação pelo Governo do Estado. A expectativa é que, até 2027, o número de espécies produzidas pelos viveiros florestais e laboratórios administrados pelo Instituto Água e Terra (IAT) aumente em 20%, totalizando cerca de 190 mudas diferentes. Atualmente, existem 163 espécies disponíveis para a população.
No ano anterior, cinco novas espécies ameaçadas de extinção foram incorporadas ao sistema ambiental paranaense. Essas espécies, comuns nas macrorregiões de Guarapuava e Ponta Grossa, incluem Coerana-lisa, Anzol-de-lontra, Guaburiti, grão-de-galo e Ibirubá, resultando em um aumento de 3% na oferta.
Para 2026, a meta é incluir mais nove exemplares, como o Butiá-da-serra, que é considerado vulnerável. A ampliação da variedade de espécies visa melhorar a qualidade das áreas restauradas e aumentar a oferta de alimento para a fauna silvestre.
Essa iniciativa está ligada a um acordo de cooperação entre o IAT e a Sociedade Chauá, que se dedica à proteção da natureza. O objetivo é fortalecer a produção de mudas nativas e ameaçadas de extinção, além de promover o intercâmbio de sementes e capacitação técnica das equipes envolvidas.

