O Tribunal de Contas do Estado do Paraná reprovou as políticas públicas da prefeitura para a população em situação de rua em Foz do Iguaçu. Entre as falhas, a oferta de serviços de assistência social e saúde frágeis, além da inexistência de programas para a reinserção na sociedade.
O órgão de controle também apontou para a falta de iniciativas no combate à aporofobia, que é o desprezo a pessoas pobres. Em geral, é o julgamento lançado contra esse público, de um maniqueísmo cortante, ignorando condicionantes e históricos que envolvem cada caso.
A rejeição a pessoas vulneráveis vem de longe, inclusive com respaldo público. Recentemente, em 2021, o padre Julio Lancellotti inseriu Foz do Iguaçu na sua lista nacional de municípios aporofóbicos.
O projeto 'Volta para a casa' aprovado pela Câmara de Vereadores iguaçuense é considerado sem solução eficaz para o problema, de acordo com o atuante no trabalho social Paulo Cordeiro.

