A crise no futebol italiano ganhou mais um capítulo após a eliminação para a Bósnia na repescagem europeia. Fora de campo, a discussão sobre prêmios extras em caso de classização para a Copa do Mundo gerou incômodo dentro da própria comissão técnica.
A situação exigiu intervenção do então técnico Gennaro Gattuso, que deixou o cargo dias depois da eliminação. O episódio passou a ser tratado como um retrato do ambiente na seleção, marcado por pressão, instabilidade e desconexão com a importância do momento.
Fora de campo, a queda para a Bósnia acelerou mudanças profundas. O presidente da federação, Gabriele Gravina, também deixou o cargo, enquanto nomes, como Gianluigi Buffon, se afastaram da estrutura da seleção.
Dentro das quatro linhas, o resultado ampliou um jejum histórico. A Itália ficará fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, algo inédito para uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial, ausente desde 2014.


