A mais recente pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira, 13 de março, revela que a intenção de voto para o governo do Paraná ainda está indefinida para a maioria dos eleitores. De acordo com os dados, 72,9% dos entrevistados não sabem ou não opinaram sobre seus candidatos para a governadoria, enquanto 85,5% se mostraram indecisos ao responder sobre os postulantes ao Senado. Esses números são ligeiramente inferiores aos registrados em março, que eram de 75,9% e 86,9%, respectivamente, dentro da margem de erro de 2,6%.
Sérgio Moro (PL) surge como um novo nome na corrida, obtendo 10,5% das intenções de voto, seguido por Ratinho Júnior (4%), Requião Filho (PDT) com 2,6%, Rafael Greca (MDB) que possui 1,5%, e outros candidatos com percentuais inferiores. O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 12 de abril, com a participação de 1,5 mil eleitores em 56 cidades, e está registrado no TSE sob o número PR-06559/2026.
Nos quatro cenários apresentados pelo instituto, Moro se destaca como favorito e tem chances de vencer as eleições no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. No primeiro cenário, sem a presença de Alexandre Curi, Moro lidera com 46%, seguido por Greca (19,7%) e Requião Filho (17,7%). No segundo cenário, ao excluir Curi e Greca, Moro avança para 52,5%, com Requião Filho em 22,9%.
Nos cenários 3 e 4, Moro continua na liderança, apresentando 50,9% e 46%, respectivamente. A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos, com Gleisi Hoffmann sendo a mais rejeitada, atingindo 45,9%, seguida por Alvaro Dias (13,1%) e Cristina Graeml (11,7%).
A avaliação do governo Ratinho Júnior também foi objeto de análise, com 72,3% da população aprovando sua gestão, sendo 34% a consideram ótima e 38,3% boa. Apenas 16,9% o consideram regular, enquanto 9,4% o avaliam como ruim e 5,5% como péssimo. A pesquisa reflete um cenário de incerteza e movimentação POLÍTICA no Paraná.
A relevância dos dados obtidos aponta para um ambiente eleitoral dinâmico, onde as alianças e a definição dos candidatos poderão influenciar significativamente o resultado das eleições de 2026.


