A Copa do Mundo de 2026 trará um novo formato para o torneio, que será realizado pela primeira vez em três países: Estados Unidos, Canadá e México. A edição anterior contava com 32 seleções, mas agora haverá um aumento para 48, o que resulta em um total de 104 jogos ao longo de 38 dias.
Com essa ampliação, quatro países garantirão suas vagas na competição pela primeira vez: Cabo Verde, Curação, Jordânia e Uzbequistão. A classificação desses times foi conquistada sem a necessidade de disputar a repescagem, o que destaca uma nova era para o futebol em nações menos tradicionais.
Para a seleção campeã, o desafio aumentará, já que será necessário disputar oito partidas, em comparação com as sete exigidas em edições anteriores. A estrutura da competição continuará semelhante, com a formação de 12 grupos de quatro equipes. Os dois melhores de cada grupo avançarão para a fase seguinte, junto com os oito melhores terceiros colocados, garantindo assim mais um confronto eliminatório.
A FIFA espera que essa mudança traga um aumento significativo no faturamento do torneio, além de incentivar o investimento em futebol em países que ainda não possuem uma tradição robusta no esporte. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, defendeu a nova estrutura, afirmando que a participação em grandes torneios é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do futebol.
Infantino enfatizou que o investimento em estádios só faz sentido se houver competições para serem disputadas neles, e que a inclusão de mais países no torneio é uma forma de fomentar o entusiasmo e a paixão pelo futebol.
A abertura do Mundial de 2026 está programada para ocorrer no icônico Estádio Azteca, o mesmo que sediou a final da Copa do Mundo de 1970 e 1986. A expectativa é alta para os jogos, que prometem atrair uma audiência global ainda maior devido ao novo formato e à inclusão de seleções inéditas.


