Desde sua chegada ao Atlético-MG, Lodi se tornou titular absoluto, contabilizando 21 partidas, dois gols e uma assistência na atual temporada. No entanto, no confronto contra o Coritiba, o desempenho do jogador, assim como o de sua equipe, foi abaixo das expectativas.
Antes disso, em setembro do ano passado, o atleta tinha permanecido em treinamento no CT do Caju, do Athletico, enquanto aguardava a resolução de um impasse contratual com o clube Al Hilal, da Arábia Saudita. Caso tivesse continuado na equipe saudita, Lodi teria disputado no máximo seis partidas entre agosto e dezembro, devido ao desinteresse do técnico italiano Simone Inzaghi, que já contava com Theo Hernández para a posição.
O jogador se sentia privado de exercer sua profissão, conforme orientação de seu estafe jurídico, o que acabou gerando expectativas de um retorno ao Furacão, que não se concretizou. Na época, Eduardo Freeland, então diretor do Athletico, mencionou a “insegurança jurídica” e os altos salários do jogador, que giravam em torno de R$ 2,5 milhões mensais, como fatores que impediram a negociação.
A situação de Lodi no Atlético-MG, marcada por uma combinação de dificuldades em campo e polêmicas fora dele, levanta questões sobre seu futuro e a relação com a torcida, especialmente após a provocação feita no último domingo.


