Com a chegada do inverno e o aumento dos casos de doenças respiratórias, o Paraná está focado na imunização da população contra a Influenza. Desde o início da campanha, em 28 de março, o estado já administrou 1.535.863 doses da vacina contra a gripe. A mobilização se estenderá até o dia 30 de maio, data em que a campanha oficial será encerrada.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) enfatizou a importância da vacinação para os grupos prioritários, que devem se dirigir aos postos de saúde. A imunização é considerada a melhor forma de prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos relacionados ao vírus da gripe.
Atualmente, a vacinação está restrita às pessoas que pertencem aos grupos prioritários, uma vez que o Ministério da Saúde ainda não autorizou a imunização para o público em geral. O público-alvo estimado no estado é de 4,8 milhões de pessoas. Entre os grupos que têm direito à vacina estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, povos indígenas e quilombolas, além de profissionais da saúde, professores e pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente.
Outros grupos incluídos na vacinação são caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo ou portuário, membros das forças de segurança e salvamento, Funcionários dos Correios e pessoas privadas de liberdade. Para receber a vacina, é necessário comparecer a uma das mais de 1.800 salas de vacinação disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), levando um documento pessoal e a carteira de vacinação.
Para facilitar o acesso à imunização, várias cidades estão implementando estratégias locais, como a vacinação em escolas e a extensão do horário de atendimento nos postos de saúde. Até o momento, o Paraná recebeu 2,2 milhões de doses do governo federal, que foram distribuídas conforme a demanda de cada região. Não há informações sobre a quantidade de doses adicionais que o estado poderá receber até o fim da campanha.
O secretário da Saúde do Paraná, César Neves, destacou a importância da vacinação como um ato de responsabilidade coletiva. Ele ressaltou que quanto maior a cobertura vacinal, menor será a circulação do vírus e o risco de complicações, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.



