Na manhã do último domingo (24), o advogado Celso Giro Kanayama, de 62 anos, foi encontrado sem vida em sua casa, localizada na Vila Estrela, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A morte dele mobilizou diversas equipes, incluindo a Polícia Militar, o Samu, a Polícia Científica e o Instituto Médico-Legal (IML).
O corpo de Kanayama foi descoberto em um imóvel situado no cruzamento das ruas Amazonas e Padre Nóbrega. Quando os socorristas chegaram ao local, o advogado já não apresentava sinais vitais. Informações preliminares indicam que ele foi atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça, embora a confirmação oficial da causa da morte dependa da realização de exames periciais.
Após o ocorrido, a Polícia Científica iniciou os levantamentos necessários dentro da residência, e o corpo foi enviado ao IML para autópsia. A Polícia Civil deverá abrir um inquérito para investigar as circunstâncias que cercam a morte do advogado.
A repercussão do caso é intensa, especialmente pelo fato de que o imóvel onde Celso foi encontrado morto é o mesmo onde, em 2023, sua filha, Camila Mayumi Kanayama, foi presa após confessar ter assassinado a própria mãe, Doraci Kanayama, de 58 anos. Doraci foi morta a facadas dentro da residência da família.
Durante seu depoimento à polícia, Camila alegou ter sido vítima de agressões constantes por parte da mãe, incluindo episódios que envolviam armas de choque. Sua versão foi devidamente investigada ao longo do processo judicial que se seguiu ao crime.
As autoridades locais agora se deparam com mais um trágico episódio na história da família Kanayama, que continua a atrair a atenção da comunidade e das mídias locais. A investigação da Polícia Civil busca entender o que levou a essa nova fatalidade no seio familiar.



