No dia 17 de outubro, uma menina de apenas dois anos foi encontrada morta nas proximidades de um rio em Doverlândia, interior de Goiás. O caso ocorreu no dia do aniversário da criança, Maria Fernanda Cândido da Rocha, que estava desaparecida desde a segunda-feira, dia 15.
As buscas pela menina foram iniciadas logo após o registro de seu desaparecimento, envolvendo policiais militares, civis e o Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer). Na quarta-feira, as equipes encontraram uma fralda e uma peça de roupa da menina próximas ao Rio Paraíso, e pouco tempo depois, o corpo foi localizado.
O delegado Ramon Queiroz, que lidera a investigação, informou que o corpo de Maria Fernanda foi descoberto a cerca de 2 km de sua residência. As primeiras análises indicam que a menina pode ter saído sozinha de casa, uma vez que não foram encontrados sinais de violência ou outras pegadas na área onde o corpo foi encontrado.
Os pais da criança relataram que ela era bastante ativa e que tinha recebido instruções sobre como se comportar em ambientes como aquele. A situação gerou grande comoção na comunidade local, que se mobilizou em busca de informações sobre o paradeiro da menina.
Em uma coletiva de imprensa realizada no dia 18, a Médica Legista Rafaela Marques revelou que o corpo da menina apresentava sinais de desidratação, que é considerada a principal hipótese no caso. Além disso, há a possibilidade de que a criança tenha se afogado no rio, sem que houvesse a participação de terceiros.
Esse trágico incidente trouxe à tona a preocupação com a segurança de crianças em ambientes naturais e a necessidade de maior vigilância em áreas próximas a corpos d'água.



