Embora a Praia da Galheta seja reconhecida como um espaço para a prática do naturismo, as autoridades enfatizam que a liberdade de frequentar o local sem roupas não permite a realização de relações sexuais em espaço público. A chamada "nudez pacífica" é respaldada por uma decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, no entanto, atos de natureza sexual continuam sujeitos a punições legais.
A audiência pública se concentrará na busca de alternativas que equilibrem a proteção das características naturais da Praia da Galheta com a necessidade de coibir práticas irregulares. Entre os assuntos que serão discutidos estão o aumento da fiscalização, a implementação de medidas de monitoramento, campanhas educativas e ações voltadas para a proteção ambiental e para a segurança dos visitantes.



