Na última sexta-feira (26), foram divulgados novos relatórios médico e fisioterapêutico que revelam a evolução do ex-presidente Jair Bolsonaro após uma cirurgia no ombro direito e um episódio de pneumonia bilateral registrado em março de 2026.
O boletim médico indica que não houve mudanças na prescrição de medicamentos, após um ajuste no plano de tratamento que aumentou progressivamente a medicação do ex-presidente. Bolsonaro continua utilizando medicamentos de ação central, que atuam diretamente no Sistema Nervoso Central (SNC), apresentando uma resposta positiva aos episódios de soluço que vinha enfrentando.
Entretanto, o ex-presidente tem experimentado alguns efeitos colaterais, como sonolência diurna e instabilidade no equilíbrio. O exame referente à pneumonia revelou a presença de resquícios de congestão, secreção ou inflamação na parte inferior do pulmão esquerdo. Quanto à saúde cardiovascular, o relatório apontou que Bolsonaro enfrentou picos de hipertensão ao longo da semana, controlados com doses adicionais dos medicamentos que já faz uso.
No que tange ao acompanhamento fisioterapêutico, o relatório assinado por Kleber Antônio Caiado de Freitas destaca uma evolução satisfatória, com a interrupção das crises de soluço. Foram realizadas duas sessões de fisioterapia focadas em mobilidade, além de procedimentos de agulhamento na cintura escapular, que consiste na inserção de agulhas finas nos pontos de dor muscular. O ex-presidente segue com os exercícios de recuperação após a cirurgia de ombro realizada em maio de 2026.
O documento também menciona que os episódios de soluço eram a principal causa da dificuldade de movimentação do ombro, embora Bolsonaro ainda relate desconforto na região operada.



