Neste domingo (26), a Seleção Feminina de Vôlei do Brasil enfrentou a Turquia na grande final da VNL (Liga das Nações de Vôlei), realizada em Macau, na China. A equipe brasileira foi derrotada por 3 sets a 1, garantindo mais uma vez a medalha de prata na competição. Esse resultado marca o quinto vice-campeonato do Brasil na história da VNL, que teve seu início em 2018. A Itália, por sua vez, conquistou a medalha de bronze ao vencer a China por 3 sets a 1 na madrugada do mesmo dia.
O primeiro set foi dominado pela equipe brasileira, que contou com uma atuação destacada de Ana Cristiana e Júlia Bergmann. O Brasil conseguiu controlar a partida e fechou o set em 25/23. Contudo, a Turquia reagiu no segundo set, onde, mesmo com o Brasil empatando em 20 a 20, as turcas mostraram força e venceram o set por 25/23, igualando o confronto.
O terceiro set foi marcado pelo equilíbrio, com as duas equipes trocando a liderança no placar. Rosamaria se destacou e manteve o Brasil na disputa, mas a Turquia conseguiu levar a melhor, fechando o set em 26/24. No quarto set, a Turquia começou forte, abrindo 8 a 2 no marcador. O Brasil, liderado por Rosamaria e Ana Cristina, conseguiu uma recuperação impressionante, virando o jogo e chegando a 19 a 18. No entanto, as turcas encontraram forças para evitar o empate.
Na semifinal, a Seleção Feminina, treinada por José Roberto Guimarães, teve uma batalha intensa contra a Itália, onde perdeu o primeiro set, mas conseguiu levar a partida para o tie-break. Ana Cristina brilhou na ocasião, anotando 23 pontos e ajudando o Brasil a eliminar as campeãs olímpicas e atuais bicampeãs do torneio, Paola Egonu e Ekaterina Antropova.
A Seleção Brasileira, que já foi bicampeã olímpica, enfrenta um longo período sem conquistas significativas, sendo a última vitória em um torneio de grande porte no Grand Prix de 2017. Desde a criação da VNL, o Brasil já disputou quatro finais, mas ainda não conquistou o título. No ano passado, a equipe foi derrotada pela Itália Na final, assim como em 2022. Além disso, o Brasil também perdeu para os Estados Unidos em decisões em 2019 e 2021.



