Além de Messi, o relatório também menciona Cristiano Ronaldo, que foi citado em outros episódios relacionados à segurança da seleção portuguesa. A Fifa alertou o FBI sobre a presença de um homem considerado suspeito, que buscava informações sobre o hotel onde a equipe estava hospedada. A polícia de Houston localizou e deteve o indivíduo dois dias após o alerta.
Em um caso distinto, um homem foi preso em Toronto ao tentar entrar no mesmo elevador que Ronaldo, alegando que desejava apenas tirar uma foto com o jogador.
O relatório ainda registra ameaças direcionadas aos árbitros após o jogo entre Argentina e Egito. O francês François Letexier recebeu mais de 6 mil mensagens de ódio em seu telefone pessoal, enquanto o árbitro de vídeo (VAR) Willy Delajod também foi alvo de ameaças. Como resposta a essa situação, as autoridades francesas aumentaram a segurança nas residências dos árbitros e de seus familiares, uma medida necessária diante da onda de ameaças que se intensificou durante a competição.



