No último sábado (15), o furacão Lala atingiu o Havaí, resultando na morte de uma pessoa e na interrupção do fornecimento de energia para mais de 200 mil clientes em todas as ilhas. Na manhã de domingo, a tempestade foi reclassificada como uma tempestade tropical, apresentando ventos sustentados de 105 km/h, mas ainda mantém condições de risco, especialmente para áreas costeiras.
De acordo com informações, quase 70% da Ilha Grande ficou sem energia elétrica. Rajadas de vento com intensidade de furacão foram registradas nos condados de Honolulu e Maui, onde o relevo montanhoso das ilhas intensificou os ventos em altitudes elevadas. A situação alarmou os moradores, como a residente Cynthia Totty-Hefley, que expressou sua preocupação com a possibilidade de inundações em sua casa devido à elevação do nível do mar.
Um alerta emitido pelo Centro Nacional de Furacões às 2h da manhã previu que a Ilha Grande e a parte leste de Maui poderiam receber entre 10 a 20 cm de chuva, acumulando um total de 76 a 89 cm desde o início da tempestade na noite de sexta-feira. O governador Josh Green recomendou que os habitantes permanecessem em suas casas, já que a previsão indicava danos significativos.
Embora o Lala tenha sido rebaixado a uma tempestade tropical, os ventos máximos sustentados chegaram a 112 km/h, permanecendo abaixo da categoria de furacão. O Centro Nacional de Furacões continua a alertar sobre as condições adversas que ainda representam risco para a vida dos moradores. Durante sua passagem, os ventos máximos do Lala chegaram a 120 km/h, caracterizando-o como um furacão de categoria 1.



