O Athletico de forma involuntária, acabou ficando só na marcação e na defesa no primeiro tempo. No entanto, tamanho domínio da bola e do campo, não foi suficiente para o Palmeiras marcar.
E isso só foi possível, da forma mais convencional no futebol de hoje: a bola parada no escanteio e cruzada para a área. Aos 15 minutos, uma bola cruzada da esquerda, foi ao excepcional zagueiro Gustavo Gómez, que subiu sozinho e cabeceou vencendo o goleiro Santos.
O Furacão passou a ter a bola e campo para exercer um domínio. Embora esse fosse mais amplo, faltava-lhe a qualidade individual para vencer a defesa palmeirense.
Com a expulsão de Murilo logo aos dois minutos, o Athletico resolveu jogar. Mas, aí, foi introduzido o elemento mais importante para a solução do jogo: a diferença técnica entre um e outro, entre Palmeiras e Athletico.
O resultado do jogo (Palmeiras 1×0) foi influenciado pela arbitragem. O olho humano do árbitro que viu Benedetti derrubar Viveros na área e marcou o pênalti, foi obrigado a se submeter ao VAR.
A derrota do Athletico no Allianz Parque é um reflexo da superioridade técnica do Palmeiras, que conseguiu exercer um domínio sobre o jogo e vencer a defesa adversária.


