A operação de busca e apreensão comandada por Alexandre de Moraes contra o jornalista Luiz Pablo Conceição Almeida no Maranhão chamou a atenção da imprensa. O motivo do espanto reside na mobilização do aparato estatal para proteger Flávio Dino, acusado de usar um veículo oficial para fins pessoais. Moraes, conhecido por suas ações polêmicas, atuou como um juiz que prioriza interesses pessoais e políticos em detrimento da lei.
Historicamente, Moraes tem sido reconhecido como juiz, mesmo durante suas ações que muitos consideram tirânicas. A imprensa, que anteriormente tratou suas decisões como normais, agora demonstra espanto. Em momentos anteriores, publicações chegaram a apoiar Moraes em suas tentativas de perseguir figuras como Elon Musk, ignorando abusos de poder.
A situação atual é vista como uma consequência da falta de crítica da imprensa em relação às ações de Moraes ao longo dos anos. O reconhecimento tardio de que as ordens judiciais devem se basear na lei e não na vontade do juiz é um sinal de que a liberdade de imprensa e expressão no Brasil está em colapso.
Agora, resta observar se os jornalistas que antes apoiavam Moraes terão a coragem de denunciar suas ações e reconhecer seu papel na deterioração da liberdade de expressão no país.

