Imagens de câmeras de segurança mostram o trajeto de uma caminhonete que teria sido usada no transporte de Bianca Vieira do Prado, de 19 anos, na noite de 17 de setembro, na noite de desaparecimento e encontrada morta no dia seis de outubro, em uma área de mata no bairro Guarituba, em Piraquara, cidade da Região Metropolitana de Curitiba.
A principal suspeita é “Pestinha”, apelido da amiga que saiu com a jovem no dia seis deoutubro de 2026.
A amiga de Bianca Vieira do Prado é apontada como a principal suspeita investigada no caso. Conforme informações divulgadas em reportagem, pelo menos três pessoas teriam participado do crime. A investigação busca esclarecer a dinâmica do assassinato, a possível participação de cada envolvido e a motivação.
Bianca desapareceu em 16 de setembro, depois de sair de casa, em Curitiba. O corpo foi localizado cerca de três semanas depois, enterrado em uma cova rasa em uma região de difícil acesso. A jovem estava com as mãos amarradas.
Imagens de segurança mostram uma caminhonete chegando a um posto de combustíveis na noite de 17 de setembro, na divisa entre Curitiba e Pinhais. Um homem usando moletom e boné aparece desembarcando do veículo enquanto fala ao celular.
Segundo a reportagem, as imagens também registrariam movimentação no interior da caminhonete. A suspeita é de que Bianca estivesse sendo transportada na parte traseira do veículo e de que a amiga estivesse entre os ocupantes.
Depois de deixar o posto, a caminhonete foi registrada na Avenida João Leopoldo Jacomel, em Pinhais, seguindo em direção a Piraquara. O deslocamento integra a linha de apuração sobre o que aconteceu com a jovem antes de sua morte.
As imagens são apontadas como elementos para reconstruir o trajeto do veículo naquela noite. No entanto, a identificação dos ocupantes e a confirmação do papel de cada um dependem do conjunto de provas reunidas pelos investigadores.
A amiga é investigada sob a suspeita de ter planejado a morte de Bianca Vieira do Prado. De acordo com a reportagem, uma testemunha ouvida pela polícia na véspera da localização do corpo teria apresentado informações consideradas relevantes para o caso.
Essa pessoa relatou ter ouvido que uma emboscada teria sido preparada para a jovem. O relato também mencionou a possibilidade de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas, hipótese que ainda não foi confirmada oficialmente como motivação do crime.
A suspeita já havia sido ouvida pela polícia em 30 de setembro, acompanhada de advogado. Após a localização do corpo, uma advogada passou a atuar em sua defesa.
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