O jogo entre o Athletico Paranaense e o Grêmio, realizado na Baixada, teve um desfecho que expôs as fragilidades do time da casa. O empate sem gols foi marcado pela expulsão de Lucas Esquivel aos 32 minutos do primeiro tempo, uma situação que alterou drasticamente a dinâmica da partida. A ausência do lateral-esquerdo, considerado um dos principais jogadores do Furacão, tornou a equipe vulnerável e sem opções criativas.
Tradicionalmente, os laterais têm um papel fundamental no futebol, não apenas na defesa, mas TAMBÉM no ataque. Esquivel se destacou como um jogador capaz de transformar as jogadas, criando oportunidades tanto para si quanto para seus companheiros, especialmente para o artilheiro Viveros. Sua expulsão deixou o Athletico em uma situação difícil, com um meio-campo debilitado, onde Felipinho e Portilla não conseguiram suprir a falta de sua presença.
A partida se desenrolou com um Athletico que, Sem Esquivel, parecia ter perdido sua essência. A equipe, que já enfrentava dificuldades para criar jogadas, apresentou um jogo ainda mais apático, sem se aproveitar da fragilidade do Grêmio, que mesmo em campo com um time completo, não demonstrou qualidade ou agressividade no ataque.
O zero a zero foi um reflexo da fragilidade do Furacão, que, mesmo em uma partida considerada favorável, não conseguiu se impor. A ausência de Esquivel foi um fator determinante para o desempenho aquém do esperado, deixando claro que a equipe carece de alternativas criativas no campo. Hellmann, Viveros e Esquivel têm sido fundamentais para o time, mas a dependência de um único jogador pode ser uma vulnerabilidade para a sequência da temporada.
O resultado desse confronto não apenas evidenciou as dificuldades do Athletico, mas TAMBÉM levantou questões sobre a estratégia do treinador e a necessidade de encontrar soluções para garantir um desempenho mais consistente nas próximas partidas. A pressão agora aumenta sobre os jogadores para que, Sem Esquivel, possam encontrar alternativas e melhorar o rendimento da equipe em campo.



