A seleção brasileira de vôlei feminino está prestes a vivenciar um momento histórico ao disputar a final da Liga das Nações (VNL) pela quinta vez. O confronto será contra a Turquia, marcado para este domingo (26), às 8h30, no Macao East Asian Games Dome, localizado em Macau, na China.
Para chegar à decisão, o Brasil, sob o comando do técnico José Roberto Guimarães, enfrentou um grande desafio na semifinal contra a Itália. Após uma partida acirrada, a seleção brasileira conquistou a vitória com um placar de 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 21/25, 24/26, 25/21 e 12/15. Em contrapartida, a Turquia teve uma semifinal mais tranquila, eliminando a equipe da casa, a China, com uma vitória convincente por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/15 e 25/20.
Durante a fase preliminar, o Brasil terminou em terceiro lugar, acumulando um total de nove vitórias e três derrotas. Nas quartas de final, a equipe superou o Japão por 3 sets a 1, antes de enfrentar a Itália na semifinal. José Roberto, ao comentar sobre a importância da final, destacou: “Esse é o time que precisamos desenvolver, pensando no futuro, pois o nosso principal objetivo é chegar da melhor maneira possível nos Jogos Olímpicos. Vamos jogar para vencer a Liga das Nações. É uma grande chance e vamos precisar de muita luta, dedicação e atitude.”
A seleção brasileira, no entanto, enfrenta alguns desafios, pois não contará com a presença de jogadoras-chave. As ausências incluem a ponteira Gabi e a meio de rede Júlia Kudiess, ambas lesionadas, além da líbero Nyeme Victória, que está cuidando de sua filha, que tem pouco mais de um ano.
Por sua vez, a Turquia também chega à final com uma campanha similar à do Brasil. Na fase de grupos, a equipe turca ficou em quarto lugar, somando também nove vitórias e três derrotas. Elas garantiram sua vaga na final ao vencer o Canadá nas quartas de final por 3 sets a 1 e, em seguida, eliminaram a China com um resultado de 3 a 0 nas semifinais.
Atualmente, a Turquia ocupa a terceira posição no ranking da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), posicionando-se atrás apenas da Itália e do Brasil.



