Colômbia e Venezuela pedem investigação da ONU sobre ações militares dos EUA

Críticas à presença militar americana no Caribe

Colômbia e Venezuela pedem investigação da ONU sobre ações militares dos EUA
Foto: Jovem Pan

Colômbia e Venezuela criticam ações militares dos EUA no Caribe e pedem à ONU investigação.

Na sexta-feira (19), em Caracas, o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, solicitou que a ONU investigue os ataques militares dos Estados Unidos no Caribe, afirmando que os mísseis disparados contra lanchas pesqueiras configuram “crimes contra a humanidade”. Desde o início de setembro, Washington enviou uma frota com oito navios e um submarino de propulsão nuclear para combater o tráfico de drogas.

Críticas da Venezuela e Colômbia

O chanceler Yván Gil denunciou que as ações militares dos EUA resultaram em assassinatos extrajudiciais, semeando terror entre os pescadores locais. A chanceler colombiana, Rosa Villavicencio, também se manifestou, condenando a presença militar americana e afirmando que não está relacionada à luta contra o narcotráfico, mas sim a um movimento possível de intervenção na Venezuela.

Contexto da presença militar

As operações dos EUA no Caribe foram justificadas pelo presidente Donald Trump como um esforço para combater o tráfico de drogas. No entanto, as reações de Colômbia e Venezuela indicam uma crescente preocupação com a segurança e a soberania da região, ressaltando que a situação pode escalar para um conflito maior.

Apelo à ONU

Ambos os países apelam ao Conselho de Segurança da ONU para exigir o fim das ações militares dos Estados Unidos, ressaltando o impacto devastador que isso pode ter em suas populações e na estabilidade regional.

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