Os investimentos do Governo do Paraná em obras de infraestrutura da saúde refletem diretamente no atendimento à população. são mais de 1,6 mil obras em andamento, ou viabilizadas, totalizando aporte de mais de R$ 1,8 bilhão. Com a estratégia adotada pela Sesa, de priorizar a regionalização da saúde, cada vez mais o paranaense se beneficia dos atendimentos mais próximos de casa. “É um compromisso nosso da Sesa, com total apoio do Governo, de fortalecer e regionalizar os serviços de saúde, promovendo uma assistência médica especializada e mais humanizada, tudo isso, com o menor tempo de deslocamento possível”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. As construções, ampliações e reformas englobam Pronto Atendimentos Municipais (PAMs), Pronto Atendimentos Municipais com Maternidades; Unidades Mistas de Saúde (UMS), Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), Maternidades, Hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre outros. Todos os projetos para a construção, reforma ou ampliação das estruturas da saúde são executados pela Diretoria de Obras para a Saúde da Sesa, que desde 2019 vem trabalhando para retomar e finalizar obras que permaneceram paralisadas por anos, bem como, construindo do zero estruturas novas e projetadas para garantir aos municípios melhores condições de atendimento e oferecer suporte técnico aos municípios, beneficiando diretamente os moradores da cidade e de toda a região. A diretora de Obras, Marianna R. Cardoso, destacou que mais um diferencial é que todos os processos são pensados e executados em alinhamento entre Estado e municípios. “O envolvimento dos gestores municipais é fundamental. São eles que conhecem a realidade de cada cidade. Por isso, procuramos manter um diálogo aberto para que os investimentos atendam às necessidades específicas e os recursos sejam bem aplicados”, afirma. Paraná moderniza a saúde e amplia cuidado com inovação e dados integrados Os PAMs são uma iniciativa pioneira do Paraná, idealizados para descentralizar o acesso à saúde. Têm como característica principal a prestação de serviços de urgência e emergência 24 horas, bem como atendimento pré-hospitalar integrado à rede de saúde. Os equipamentos têm, ainda, capacidade de realizar procedimentos de baixa e média complexidade. O projeto padrão original da Sesa conta com 812,89 m² e capacidade de atendimento estimado em 2,1 mil pacientes mensais. Das 52 obras de PAMs no Estado, duas estão finalizadas (Bela Vista do Paraíso e Astorga), 21 estão em andamento, sendo que nas cidades de Curiúva, Reserva e Pontal do Paraná, mais de 90% das estruturas estão concluídas. MATERNIDADE – O investimento da Sesa na construção e ampliação de maternidades em diferentes regiões do Paraná é de R$ 231 milhões em duas modalidades: investimentos diretos em novas estruturas hospitalares ou convênios com municípios. São nove unidades na modalidade convênio direto. Entre elas, a maternidade de Rio Branco do Sul, que foi inaugurada no início de outubro de 2025. Com 3.035,43 m² de área construída, o hospital é classificado como de pequeno porte, mas dispõe de uma estrutura completa, que inclui pronto atendimento clínico 24 horas, centro obstétrico de risco habitual, centro cirúrgico para pequenas cirurgias, enfermarias adulta e pediátrica, além de 37 leitos. As Unidades Mistas de Saúde oferecem atendimento de urgência e emergência, internação de baixa complexidade, atenção básica à saúde, exames, diagnósticos e tratamento, além de cuidados mais complexos em um único local. Até agora, foram destinados R$ 81,8 milhões para as construções dessas unidades. A primeira UMS do Paraná está localizada em Maria Helena, no Noroeste, e foi inaugurada em 15 de agosto de 2025. Janiani de Oliveira Cavitioli, o atendimento à população mudou e para melhor. “A estrutura anterior era precária. Agora estamos totalmente preparados para todos esses atendimentos”, disse. Os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AME) têm 17 processos de obras, dos quais uma é de ampliação e 16 de novas estruturas. Destas, 13 estão em andamento e quatro estão em fase de tramitação processual. O emprego de recursos é superior a R$ 271,6 milhões. Os AMEs do Paraná são classificados em diferentes portes (Tipos I, II e III). Os portes refletem a estrutura e a capacidade de atendimento de cada unidade, visando descentralizar e regionalizar os serviços de saúde especializados no Paraná, com unidades maiores e mais complexas em regiões estratégicas. O AME Tipo I, conta com 37 consultórios, 10 salas de exames em um espaço de aproximadamente 4 mil m². O AME Tipo II, contempla cerca de 2,5 mil m² com 22 consultórios e 7 salas de exames cada. O AME Tipo III conta com área de cerca de 1.014 m², consultórios multiprofissionais e visa atender uma média de 5 mil pacientes/mês, com foco na regionalização. Das 13 obras em andamento, Paranavaí, tipo I, está com 53,16% de andamento; Ponta Grossa, com 87,5%; Cornélio Procópio, tipo I, com 48,67%; Irati, tipo II, com 85,83%; União da Vitória, tipo II, com 96,45%; Ivaiporã, tipo II, com 93,44%; Jacarezinho, tipo I, com 60,35%; Cianorte, tipo II, com 92,93%; Campo Mourão, tipo I, com 45,62%; São José dos Pinhais (AME Sul), tipo I, com 81,96%; Almirante Tamandaré (AME Norte), com 52,51%; Apucarana (ampliação do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Ivaí e Região – CISVIR para AME), com ordem de serviço assinada. Em Paranaguá, a obra do AME Litoral tem tipo II e está com 32% de andamento. A estrutura é anexa ao Hospital Regional do Litoral e gerenciada pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas) para dar suporte e reforçar o atendimento especializado nos sete municípios do litoral paranaense. As cidades que estão em fase de tramitação processual são Pitanga (autorizada a licitar); Goioerê (corrigindo orçamento); Santo Antônio da Platina (instruindo habilitação) e Toledo (instruindo habilitação). Além de todas as obras citadas e detalhadas, também foram realizados 114 processos de obras em hospitais, sendo 37 reformas, 38 ampliações e 12 estruturas novas. Do total, 70 foram concluídas, 33 estão em andamento e 11 seguem em fase de tramitação processual. O total investido pelo governo nesta área foi de R$ 571,7 milhões. Dos 1.336 processos em Unidades Básicas de Saúde (UBS), 679 são de reformas, 266 de ampliações e 391 novas estruturas. Destas, 166 estão em andamento, 350 foram concluídas e 820 estão em fase de tramitação processual. Tudo isso, com aporte de R$ 558 milhões. O governo também anunciou a construção de 37 novos Fisiocentros, clínicas de fisioterapia que seguirão dois modelos padrão, um com cerca de 350 m² e o outro com 170 m² que terão áreas dedicadas a cinesioterapia, mecanoterapia e jardim sensorial. Os processos estão em fase de tramitação processual e preveem aporte de R$ 43,5 milhões. Investimento em reforma, ampliação e construção de outras unidades, como bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Regionais de Saúde e Centros de Especialidades somam 48 processos, sendo 18 reformas, 5 ampliações e 25 novas estruturas. Atualmente, 17 estão em andamento, 25 foram concluídas e 6 em fase de tramitação processual.

