O valor de hoje do imóvel, não dos novos, mas dos antigos, é explorado pelos “manobristas” da política ativa, juntos às prefeituras ou câmaras de vereadores, não pela “liturgia” em apreço, virtual, econômica e social e, sim pelo descompromisso para com a realidade que deixam transparecer depois de eleitos. Uma família que construiu um imóvel dez anos atrás não o construiria agora pelo mesmo preço, todavia, sem constrangimento, para amparar decisão de aumento de imposto, sem o menor constrangimento, repito, rugem que, além de outros murmúros, “está defasado” o valor do imóvel.
O chefe da família, hoje, pode estar até desempregado, assim, o valor do imóvel antigo só deveria ser considerado em caso de negociação “compra e venda”, sem levar em conta que IPTU, criado pela Rainha Louca, (mãe de D. João VI) desde o tempo do Império, por si só é uma depravação.
É um aluguel sobre o que é seu, cacetada que já deveria ter sido retirada dos ombros do brasileiro anos e anos atrás. É até cômico, um proprietário, diante dessa gente aí, “torce para que seu imóvel não valorize”.
Salvador, Bahia, cancelou o IPTU certa época. A prefeitura de Cascavel, com aval dos vereadores, acaba de aplicar no cascavelense uma “rasteira” que tenta amenizar a carga de reação da população, comprometendo até os deputados estaduais, pois, na ânsia em busca de dividirem a perversa situação que está criada, os realeses estão afirmando que “O Tribunal de Contas está recomendando, etc.

