A guerra iniciada pela aliança entre Estados Unidos e Israel contra o Irã completa um mês, com ataques diários e um número de mortos que supera os 3 mil, além de mais de 34 mil feridos, conforme dados das Nações Unidas. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi um dos mortos no primeiro dia do conflito, que também registrou a morte de 175 alunos e funcionários de uma escola iraniana devido a um míssil.
O conflito desestabilizou o Oriente Médio, com o regime iraniano intensificando ataques contra nações que abrigam bases militares norte-americanas. O grupo Hezbollah lançou mísseis contra Israel em apoio ao Irã, resultando em 1,1 mil mortes e 3,2 mil feridos no sul do Líbano, após resposta do Exército israelense.
Os efeitos da guerra já impactam a economia global, com o preço do barril de petróleo do tipo brent alcançando 120 dólares. A situação é agravada pela decisão do Irã de fechar o Estreito de Hormuz, que é crucial para o transporte de petróleo e gás natural.
A proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA ao Irã, por meio do Paquistão, foi rejeitada. O documento continha condições que incluíam a não busca por armas nucleares e a desativação de usinas de enriquecimento de urânio, mas o Irã descartou qualquer negociação, afirmando que não chegará a um acordo com os EUA.



