Em 2025, mais de 100 mil crianças no Brasil foram registradas sem o nome do pai, um fenômeno que levanta questões sobre a estrutura familiar e os direitos dos menores. Essa situação, que vem crescendo nos últimos anos, pode impactar a vida dessas crianças de diversas formas, incluindo aspectos legais e sociais.
O dado evidencia uma mudança nas dinâmicas familiares, onde a ausência do pai no registro pode refletir tensões sociais mais amplas. Especialistas afirmam que essa realidade pode ser um indicativo de problemas relacionados à paternidade responsável e à situação da família em geral.
A questão do registro de paternidade é fundamental para garantir direitos e deveres tanto para as crianças quanto para os pais. A falta de um nome paterno no registro pode acarretar consequências no acesso a benefícios e na construção da identidade da criança.
Esses números trazem à tona a necessidade de discussões mais aprofundadas sobre a paternidade e seus impactos na sociedade. É essencial que iniciativas sejam tomadas para abordar essa problemática e garantir um futuro mais justo para todos os menores.

