Ação da Polícia Militar garante a segurança de menino de 3 anos em Paranaíba

Menino de 3 anos ficou preso em armário de agência bancária e foi resgatado pela PM em Paranaíba.
Resgate de criança em armário de banco em Paranaíba
No último domingo, 23 de novembro de 2025, a Polícia Militar foi acionada para uma situação inusitada em uma agência bancária em Paranaíba, no Mato Grosso do Sul. Uma criança de apenas 3 anos ficou trancada dentro de um armário metálico da instituição enquanto brincava com seu irmão gêmeo. O ocorrido gerou apreensão, mas felizmente o menino foi resgatado sem ferimentos.
Circunstâncias do incidente
Segundo informações da polícia, os pais da criança estavam realizando um procedimento no caixa eletrônico enquanto as duas crianças brincavam. Em um descuido, o menino entrou no armário e acabou ficando preso. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a criança chorando e visivelmente assustada. O armário não tinha uma abertura manual, o que complicou a situação e exigiu a intervenção dos agentes.
Ação da Polícia Militar
Os policiais, ao perceberem a gravidade da situação, agiram rapidamente. Eles conseguiram abrir o armário e retirar a criança, que foi imediatamente acalmada. A equipe policial informou que o irmão gêmeo também estava presente, mas não havia se machucado. A rapidez na ação dos policiais foi fundamental para garantir a segurança e o bem-estar do menino.
Repercussão do caso
O episódio gerou reações nas redes sociais, onde muitos usuários elogiaram a atuação da PM. Situações como essa, embora inusitadas, destacam a importância do trabalho das autoridades em garantir a segurança da população, especialmente quando envolvem crianças.
Considerações finais
Após o resgate, a criança foi reunida com seus pais, que estavam preocupados com a situação. O caso serve como um lembrete sobre a necessidade de supervisão constante de crianças em ambientes públicos, especialmente em locais onde há riscos inesperados. A Polícia Militar de Paranaíba agiu de forma exemplar, garantindo que o susto não resultasse em maiores consequências.
Fonte: www.metropoles.com


