A migração do senador Sergio Moro do União Brasil para o Partido Liberal (PL), prevista para o dia 24, alterou o cenário político no Paraná para as eleições de 2026. Com essa mudança, Cristina Graeml, que se filiou ao União Brasil com a intenção de disputar uma vaga no Senado, ficou sem espaço na chapa liderada por Moro, que já preencheu suas duas vagas com Deltan Dallagnol e Filipe Barros.
O ex-juiz da Lava Jato se reuniu com Flávio Bolsonaro e Valdemar Costa Neto para discutir sua entrada no PL e o alinhamento para a disputa ao Governo do Paraná. Com as articulações em andamento, a situação de Cristina se complicou, pois sua candidatura não é mais viável dentro do grupo.
Apesar do cenário desfavorável, Cristina Graeml declarou que não recuará de sua pré-candidatura ao Senado. Em nota, ela afirmou que sua decisão é firme e irreversível, ressaltando que sua candidatura é resultado de um apelo popular, com visitas a 96 municípios e bom desempenho em pesquisas desde o início de 2025.
Cristina enfatizou que não tem planos de mudança de rumo e reafirmou sua determinação em seguir em frente com sua candidatura, mesmo diante dos desafios impostos pela nova configuração política no Paraná.

