A Polícia Federal (PF) decidiu afastar preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão devido a faltas no trabalho. Eduardo, que perdeu o mandato de deputado federal em dezembro do ano passado, não retornou ao cargo, do qual é servidor desde 2010, após ser convocado pela PF.
O motivo da ausência é que ele se encontra nos Estados Unidos desde o início do ano passado. Em decorrência disso, a PF instaurou um processo administrativo disciplinar para investigar as faltas injustificadas, que pode resultar na perda do cargo público.
A Corregedoria da PF no Rio de Janeiro determinou o afastamento preventivo de Eduardo e estipulou um prazo de cinco dias para que ele devolva a carteira funcional e a arma de fogo. Além disso, foi solicitado que ele informe seu endereço atualizado e o local onde poderá ser encontrado caso se ausente de sua residência.
Eduardo Bolsonaro também enfrenta uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por coação no curso do processo relacionado à trama golpista. A PGR alegou que ele atuou para obter sanções dos Estados Unidos ao Brasil durante o julgamento da ação contra seu pai. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar o caso, mesmo com a ausência de Eduardo do país.

