Raimunda Veras Magalhães, ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro, foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) na quinta-feira (19) sob acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao miliciano Adriano da Nóbrega, filho de Raimunda que foi morto em 2022 durante uma operação policial na Bahia.
Segundo o MP-RJ, Raimunda integrou uma rede formada por pessoas e empresas usada para "receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho".
A Justiça expediu dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão no âmbito da Operação Legado, que investiga um esquema milionário de lavagem de dinheiro, capitaneado por Adriano da Nóbrega, exploração de bancas do jogo do bicho em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.
A organização criminosa teria movimentado mais de R$ 8,5 milhões por meio da exploração do jogo do bicho em Copacabana, em parceria com o bicheiro Bernardo Belo, além da venda de imóveis.

