Gabriele Luisa Muniz Freitas, uma jovem de 22 anos, perdeu a vida em um trágico incidente na BR-277, no Jardim Botânico, em Curitiba, na madrugada de sexta-feira, 24 de abril de 2026. A motociclista foi atingida por uma caminhonete Volkswagen Amarok cujo motorista fugiu do local após a colisão.
Cláudio Freitas, pai de Gabriele, relatou que a filha voltava do trabalho em um restaurante japonês quando foi atropelada. Ele afirmou que a caminhonete invadiu a contramão ao atravessar uma mureta da rodovia, colidindo com a moto da jovem. Apesar de ter sido resgatada, Gabriele não sobreviveu aos ferimentos.
Em sua declaração, Cláudio destacou que testemunhas afirmaram que a caminhonete estava na contramão no momento do acidente. Além disso, foram encontradas latas de cerveja dentro do veículo, o que levanta suspeitas sobre a possível ingestão de álcool pelo motorista.
Bruna Beto, prima de Gabriele, manifestou sua indignação em relação ao ocorrido, afirmando que o que aconteceu não pode ser classificado como um acidente, mas sim como um assassinato. Ela recebeu a notícia trágica enquanto dormia e ficou profundamente abalada ao ouvir a descrição de como sua prima foi deixada na rodovia após o atropelamento.
Bruna criticou a atitude do motorista que, após o impacto, evadiu-se do local em um Fiat Stilo, outro veículo supostamente envolvido no racha. A prima de Gabriele lamentou que o motorista não tenha prestado socorro e tenha abandonado a jovem, levando consigo pertences dela, como a bolsa e o celular, e deixando a cena do acidente.
A tragédia que envolveu Gabriele tem gerado forte repercussão e um clamor por justiça por parte de seus familiares, que não conseguem entender como alguém pode agir de maneira tão desumana, fugindo sem prestar assistência a uma vítima em estado crítico. O caso está sendo investigado pelas autoridades competentes, enquanto a dor da perda se intensifica entre os que amavam Gabriele.



