A final da Copa do Mundo, que culminou em uma derrota para a Argentina diante da Espanha, foi marcada por incidentes lamentáveis que resultaram em uma investigação por parte da FIFA. Os episódios de agressão ocorreram logo após o apito final e envolvem jogadores argentinos que perderam a compostura. A entidade máxima do futebol mundial decidiu abrir uma investigação contra a Associação de Futebol Argentino (AFA) devido a essas ocorrências.
Entre os atletas argentinos destacados na investigação está Leandro Paredes, que foi acusado de dar uma rasteira e um soco em Gavi, além de se envolver em uma briga com outros jogadores da Espanha. Nahuel Molina também está sob análise, pois, ao final da partida, agrediu Rodri com um soco nas costas enquanto os jogadores espanhóis comemoravam no campo.
Adicionalmente, a FIFA está analisando o comportamento do auxiliar técnico Roberto Ayala, que teria empurrado Dani Olmo logo após o término do jogo. A entidade examina não apenas as ações dos jogadores, mas também a postura da equipe argentina durante a comemoração da vitória espanhola, que foi considerada indisciplinada por muitos.
Os jogadores da Argentina, liderados por Lionel Messi, ignoraram a celebração da equipe adversária, voltando-se para sua torcida nas arquibancadas. Esse gesto, que foi amplamente comentado, pode influenciar a decisão da FIFA sobre eventuais sanções à AFA, embora a entidade ainda não tenha se manifestado oficialmente a respeito.
No confronto em si, a Espanha dominou a Argentina desde o início, apresentando mais posse de bola e finalizações. Apesar do controle do jogo, a equipe espanhola não conseguiu marcar durante a maior parte do tempo regulamentar. O técnico Luís de la Fuente fez substituições estratégicas, incluindo a entrada de Ferrán Torres e Nico Williams, que contribuíram para a melhoria do desempenho da equipe.
O gol decisivo que garantiu o segundo título da Copa do Mundo para a Espanha veio na prorrogação, quando Ferrán Torres marcou após uma jogada bem elaborada. Com isso, a Espanha se tornou a única seleção bicampeã da competição no século XXI, consolidando sua posição no cenário do futebol mundial.



