Neste domingo (28), o exército israelense divulgou que eliminou "vários terroristas armados" na área do sul da Síria, que é ocupada por Israel desde o final de 2024. Essa operação ocorreu no dia anterior, sábado (27), quando as forças israelenses confirmaram a eliminação de ameaças na chamada zona de segurança.
A zona de segurança refere-se ao setor sob controle israelense, localizado na área supervisionada pela ONU, que separa as forças de Israel e da Síria nas Colinas de Golã. Israel mantém essa área desde que o regime de Bashar al-Assad perdeu o controle, no final de 2024, o que permitiu um aumento das operações militares na região.
Israel Katz, ministro da Defesa, afirmou na quinta-feira (25) que o país pretende manter suas tropas na zona de segurança por tempo indeterminado. Essa permanência se estende também ao Líbano e à Faixa de Gaza, onde Israel tem realizado ações semelhantes para garantir sua segurança.
Desde a ascensão das novas autoridades islamistas na Síria, Israel intensificou suas incursões e bombardeios em território sírio. O governo israelense manifestou a intenção de estabelecer uma zona desmilitarizada no sul da Síria, visando mitigar possíveis ameaças à segurança do Estado de Israel e de suas forças armadas.



