TOPO SITE - NAO MUDAR
TOPO SITE - NAO MUDAR
Últimas Notícias

Governo adia análise do PLP 152/2025 para evitar impacto negativo nas eleições

O PLP 152/2025, que regulamenta o trabalho por aplicativo, ficará fora da pauta até após as eleições de outubro, a pedido do governo Lula. A...
photo-output-5-scaled-2

O governo federal decidiu postergar a votação do PLP 152/2025, que trata da regulamentação do trabalho por aplicativo, até depois das eleições presidenciais de outubro. A retirada do projeto da pauta foi confirmada pelo relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), após solicitação do ministro José Guimarães, chefe da Secretaria de Relações Institucionais. A medida foi aceita pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.

Em uma conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, Guimarães reconheceu que o adiamento tem um cálculo eleitoral, fazendo referência ao desgaste causado pela polêmica da 'taxa das blusinhas'. Ele mencionou que a situação poderia ser semelhante, afirmando que Lula pediu para retirar o projeto da pauta e que ele agiu rapidamente para atender ao pedido.

A votação, que estava marcada para o dia 14, não ocorreu devido à falta de consenso entre as partes envolvidas. De acordo com Guimarães, plataformas e entregadores não chegaram a um acordo. O ministro Guilherme Boulos, que participou das negociações, não conseguiu avançar nas discussões. A nova versão do texto proposta por Coutinho foi criticada, inclusive por Boulos, e a oposição esperava um erro do governo para alegar que este estava prejudicando os trabalhadores do setor.

O PLP 152/2025 prevê que os trabalhadores permaneçam como autônomos, sem vínculo empregatício. O relatório sugere um piso de R$ 8,50 por corrida e propõe duas formas de remuneração: por serviço ou por tempo efetivo. No entanto, o texto não inclui regras para entregas múltiplas ou pagamento adicional por trabalho noturno, aos domingos e feriados, pontos que geraram controvérsia No Planalto.

Na terça-feira (14), motoristas e entregadores de aplicativos realizaram protestos em 23 capitais brasileiras, considerando o projeto uma forma de precarização do trabalho. Líderes do movimento afirmaram que as mudanças propostas podem agravar a situação dos trabalhadores.

Uma pesquisa da plataforma GigU, em parceria com a consultoria Jangada, revelou que 52,2% dos motoristas e entregadores SE opõem à regulamentação. Além disso, 62% consideram que a formalização pode diminuir sua renda, enquanto 47,9% não enxergam benefícios significativos na medida proposta.

Leia Mais

Paraná, Política, Últimas Notícias

A presidência municipal dos Francischini no PL e o racha em Curitiba

16 de abril de 2026

Uma das surpresas da janela partidária foi a filiação do casal Francischini ao PL. Até poucos meses atrás, eles estavam...

Paraná, Política, Últimas Notícias

Sessão solene na Alep reúne representantes de Quedas do Iguaçu em Curitiba

16 de abril de 2026

Reconhecimento destaca trajetória e contribuição para o desenvolvimento regional e estadual O presidente da Câmara de Quedas do Iguaçu, Rodolfo...

Últimas Notícias

Mudança climática deve trazer frio intenso ao Paraná no fim de abril

15 de abril de 2026
A previsão para o final de abril aponta temperaturas mínimas de até 4°C em General Carneiro, enquanto outras áreas do...
Paraná, Política, Últimas Notícias

Deputado Federal Geraldo Mendes prestigia Expojara 2026: “evento brilhante”

14 de abril de 2026

Popularmente conhecido como “Homem do Chapéu”, o deputado federal Geraldo Mendes (União Brasil-PR) foi uma das autoridades presentes na Expojara...

PUBLICIDADE

LATERAL QUADRADA - NAO MUDAR