O relatório paralelo apresentado pela bancada governista na CPMI do INSS deve pedir o indiciamento de 170 pessoas e responsabilizar a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro por falhas de controle e omissão que permitiram o crescimento de esquema fraudulento no INSS.
O documento sustenta que mudanças normativas adotadas durante o governo Bolsonaro reduziram mecanismos de fiscalização no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), criando condições que favoreceram o crescimento do esquema fraudulento.
O relatório alternativo aponta que o esquema de fraudes no INSS funcionava por meio de oito núcleos criminosos, todos já sob investigação da Polícia Federal.
O parecer da oposição também propõe cerca de 200 indiciamentos, incluindo o nome do Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


