O governo Lula define os ajustes finais para criar um conselho especial sobre minerais críticos. O órgão funcionará como instância de assessoramento direto ao presidente, com foco na geopolítica e na interlocução com o setor privado. A instalação do colegiado avançou após o Estado de Goiás firmar acordos internacionais sobre o tema.
O Ministério de Minas e Energia (MME) sugeriu a criação do grupo em 2025 e deseja abrigá-lo, mas o Palácio do Planalto articula para que o conselho fique sob a responsabilidade da Casa Civil.
O conselho terá perfil político e estratégico, com foco em minerais como cobre, lítio, níquel, manganês e grafita. Estes insumos são essenciais para a alta tecnologia e a transição energética.
O governo resiste a modelos que mantenham o Brasil apenas como exportador de matéria-prima bruta. A diretriz atual prioriza a exportação de produtos processados e a reserva de estoque para necessidade doméstica.


