O Instituto Água e Terra (IAT) fechou dois pontos de acesso impróprios no Parque Estadual Pico Paraná para aprimorar a segurança no espaço. Uma cerca e uma placa de sinalização foram instaladas em um acesso secundário irregular na trilha da UC. Além disso, um ponto próximo ao Pico Paraná foi cercado, onde um jovem de 20 anos ficou desaparecido por cinco dias no início do ano. A medida visa garantir que os visitantes entrem e circulem apenas por locais adequados da unidade, evitando potenciais situações de emergência e garantindo um controle maior do fluxo de frequentadores pelo IAT. Além disso, o não cumprimento das regulamentações e orientações da UC pelo visitante pode resultar em multas. O Parque Estadual Pico Paraná é um complexo ambiental que abriga o maior pico da região Sul do País, com 1.877,39 metros de altitude. A Unidade de Conservação possui cinco picos e um morro que precisam de uma caminhada que varia entre 3,5 km a 10 km para serem alcançados. A UC abriga uma grande diversidade de fauna e flora nativas, incluindo mais de 71 espécies de animais, como bugios, serelepes, pacas, ouriços, quatis, cutias e jaguatiricas, além da onça-pintada e da suçuarana, ameaçadas de extinção.

