Justiça nega anulação da confissão em caso de morte de gari

Decisão ocorre após pedido da defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior

Justiça nega anulação da confissão em caso de morte de gari
1 de 1 Frio, empresário cita roupa na morte de gari: "Usava calça da Diesel" – Foto: Reprodução/vídeo

A Justiça negou o pedido da defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior para anular a confissão do crime de homicídio contra o gari Laudemir Fernandes.

Em 6 de novembro de 2025, a Justiça de Belo Horizonte negou o pedido da defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior para anular sua confissão no caso da morte do gari Laudemir Fernandes, que ocorreu em 11 de agosto de 2025. A juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza destacou que a lei não exige a presença de um advogado durante a fase de investigação e que o acusado tinha dois defensores.

Detalhes do crime

O assassinato aconteceu quando Laudemir e seus colegas de trabalho recolhiam resíduos. Renê, insatisfeito com a obstrução causada pelo caminhão de limpeza urbana, ameaçou a motorista e, em seguida, atirou contra Laudemir, que foi levado ao Hospital Santa Rita, mas não resistiu aos ferimentos. A causa da morte foi hemorragia interna provocada pela bala que perfurou seu tórax.

Consequências legais

Renê da Silva Nogueira Júnior responde a denúncias de homicídio triplamente qualificado e porte ilegal de arma, entre outros crimes. A juíza também agendou novas audiências para ouvir testemunhas nos dias 25 e 26 de novembro de 2025. Laudemir trabalhava há quase oito anos e deixou uma esposa e uma filha, gerando grande comoção na comunidade e discussões sobre a segurança dos trabalhadores.

Notícia feita com informações do portal: www.metropoles.com

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