O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de habeas corpus solicitado pela defesa do goleiro Bruno Fernandes. Com essa decisão, o ex-jogador do Flamengo continua foragido há 13 dias, desde que a Justiça revogou sua liberdade condicional.
A defesa alegou que a suspensão do benefício gerou um "constrangimento ilegal" ao atleta, mas o pedido foi rejeitado pela desembargadora Katya Maria Monnerat. A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou um cartaz de procurado, solicitando a colaboração da população para localizar o ex-goleiro.
Bruno não cumpriu uma das exigências da liberdade condicional ao viajar ao Acre sem autorização judicial. Ele foi condenado a 23 anos e um mês por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da ex-modelo Eliza Samúdio, cujo corpo nunca foi encontrado.
Desde janeiro de 2023, Bruno estava em liberdade condicional e tentou retornar ao futebol em equipes amadoras, mas enfrentou rejeição de torcedores e patrocinadores. Até o momento, a defesa do atleta não se manifestou sobre a situação.

