O documento apresentado classifica a estratégia utilizada como astroturfing, também descrita como “comportamento inautêntico coordenado”. Essa prática não se limita a um simples compartilhamento aleatório, mas estabelece um padrão técnico onde os perfis se autorizam mutuamente a publicar conteúdos simultaneamente, visando dominar a discussão pública nas redes sociais.
A denúncia ainda detalha que os materiais disseminados por essa rede se concentram em temas como corrupção, criminalidade e ridicularização pessoal de Lula. Um dos perfis mencionados na ação é apontado como o principal articulador, responsável pelo intercâmbio de publicações com outros 25 colaboradores.



