O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelou seu novo mascote, 'Pilili', voltado para as eleições de 2026, em um evento realizado em Brasília no dia 4 de setembro. A apresentação, que marcou os 30 anos da urna eletrônica no Brasil, rapidamente provocou uma onda de ironias e memes nas redes sociais.
O nome 'Pilili' é uma referência ao som da tecla 'confirma', mas os internautas não tardaram a associá-lo ao personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, famoso por trocar as letras 'R' por 'L'. A semelhança na pronúncia gerou diversas montagens e brincadeiras nas plataformas digitais.
Além disso, algumas publicações relacionaram o mascote com mensagens de Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master. O pré-candidato ao Senado, Filipe Barros, do PL-PR, também entrou na discussão ao compartilhar uma versão alterada do desenho que incluía um pedido para voto impresso.
Um vídeo que mostrava 'Pilili' dançando ao lado da ministra Cármen Lúcia também gerou reações negativas, com o advogado André Marsiglia criticando a postura do TSE. Ele argumentou que uma Justiça que não se leva a sério compromete sua credibilidade.
O mascote 'Pilili' está previsto para atuar nas campanhas institucionais até o dia da votação, mas o tom jocoso que tomou conta das redes sociais dominou as conversas logo após a sua estreia. Até o momento, o Tribunal não se manifestou sobre a repercussão negativa gerada pela figura do mascote, que é tratado no gênero feminino pela Corte e se torna a representação oficial das eleições de 2026.



