Bebê não sobreviveu devido à demora na assistência médica em Eirunepé

Médico foi preso por não atender parto a tempo, resultando na morte do bebê em Eirunepé, AM.
Atraso no atendimento gera tragédia em Eirunepé
O caso trágico envolvendo o médico boliviano Humberto Fuertes Estrada ocorreu no dia 22 de novembro, quando a jovem gestante de 17 anos deu entrada no Hospital Regional Vinícius Conrado. O profissional, que deveria estar de sobreaviso, não compareceu ao hospital a tempo, resultando em um atraso de cinco horas para a realização do parto. A situação culminou na morte do recém-nascido, que não pôde ser salvo durante o atendimento.
Circunstâncias da prisão do médico
Após o ocorrido, Humberto foi localizado em um supermercado em Manaus, onde estava utilizando um caixa eletrônico. As autoridades da Polícia Federal (PF) o seguiram até sua residência, onde foi efetivada a prisão preventiva. A decisão foi exposta pelo Tribunal de Justiça da Comarca de Eirunepé, que considerou a sua conduta inaceitável, especialmente considerando a gravidade do caso.
Evidências do descaso
Imagens de câmeras de segurança de um bar na cidade mostraram que o médico estava consumindo bebida alcoólica na noite em que deveria ter prestado atendimento à paciente. Isso levanta questões sérias sobre a responsabilidade e a ética profissional, especialmente em situações que envolvem a vida e a saúde de pacientes.
Repercussão do caso na sociedade
O caso gerou grande comoção na comunidade local e levantou discussões sobre a responsabilidade de médicos em plantões de emergência. A ausência de atendimento adequado em situações críticas pode ter consequências fatais, como evidenciado por este trágico episódio. A população aguarda não apenas a justiça para a família da gestante, mas também medidas que garantam a segurança e o cuidado de todos os pacientes em situações semelhantes.
Considerações finais
A prisão do médico é um passo importante, mas não resolve as questões mais amplas relacionadas à saúde pública e à responsabilidade médica. É fundamental que haja uma reflexão profunda sobre a conduta dos profissionais de saúde e sobre os protocolos que devem ser seguidos em situações de emergência. A sociedade espera que tragédias como esta não se repitam, e que medidas efetivas sejam implementadas para proteger a vida dos pacientes.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: m colorida de Médico preso pela PF



