Nesta segunda-feira, os mercados brasileiros apresentaram um fechamento misto, com o Ibovespa registrando uma leve queda e o dólar se desvalorizando em relação ao real. O índice BOVESPA, principal referência do mercado acionário nacional, terminou o dia com uma redução de 0,09%, alcançando 166.783,57 pontos. Durante a sessão, o índice chegou a atingir uma mínima de 166.463,50 pontos e uma máxima de 168.006,60 pontos. O volume financeiro totalizou R$24,38 bilhões.
A pressão sobre o Ibovespa foi intensificada por preocupações relacionadas ao cenário de crédito no Brasil, além do pedido de recuperação judicial bilionário da Casas Bahia. Em contrapartida, a Petrobras ajudou a mitigar a queda, impulsionada pelo aumento dos preços do PETRÓLEO no mercado internacional.
No CÂMBIO, o dólar à vista BRBY encerrou o dia em queda de 0,41%, cotado a R$5,1998 na venda, após acumular uma alta de 2,7% na semana anterior. Essa desvalorização da moeda norte-americana foi influenciada pela fraqueza do dólar no mercado global.
As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) também fecharam em queda, refletindo os ajustes dos investidores em relação aos dados do índice de atividade econômica IBC-Br. Ao final do dia, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,99%, comparada ao ajuste de 14,035% da sessão anterior. Para janeiro de 2035, a taxa do DI foi registrada em 14,745%, ligeiramente inferior ao ajuste de 14,749% anterior.
No mercado de commodities, os contratos futuros de PETRÓLEO tiveram um desempenho positivo, com o PETRÓLEO Brent subindo US$2,35, ou 2,65%, fechando a US$90,87 o barril. O PETRÓLEO West Texas Intermediate (WTI) também avançou, com alta de US$2,10, ou 2,55%, cotado a US$84,50 o barril.
Os preços das commodities agrícolas apresentaram variações, com a soja subindo 23,50 centavos, alcançando US$12,16 o bushel, enquanto o milho teve um aumento de 6,25 centavos, cotado a US$4,895 o bushel. Por outro lado, o contrato de trigo viu uma leve queda de 0,25 centavo, fechando a US$6,8925 por bushel.



